Arquivo de maio de 2007
Sobrevivendo no Mundo dos Festivais
A grande maioria dos longa-metragens e todos os curta-metragens produzidos no Brasil e em muitos outros países depende umbilicalmente do circuito de festivais para ganhar vida e público. É nestes eventos que os filmes passam pelo teste da crítica e onde, por esta via, diretores e profissionais do audiovisual se dão a conhecer.
Não obstante, quando terminamos um primeiro filme que consideramos digno de mostrar ao mundo, é muitas vezes difícil saber para que festivais enviá-lo, bem como se manter informado sobre os festivais que estão abrindo inscrições e ainda navegar entre as milhares de opções de eventos, gratuitos ou não, com premiações ou não, sempre à disposição. Na verdade, primeiro filme ou não, as opções são tantas (e impõem custos com Correios e inscrições) que dá quase desespero.
No Brasil, as melhores fontes de informações sobre mostras e festivais são o site da própria Ancine e o Kinoforum. Para o resto do mundo, não há nada como o site Withoutabox, que além de informações e um mecanismo de busca englobando milhares de festivais no planeta todo, possibilita cadastrar projetos e fazer rapidamente inscrições online para a maioria deles.
Finalmente, em papel, o manual indispensável é o “Ultimate Film Festival Survival Guide”, de Chris Gore. Mais que indicar os melhores festivais para este ou aquele tipo de filme, o livro é um passo a passo para bolar uma estratégia de divulgação visando proporcionar maior visibilidade a seus trabalhos.
Imprimir | Sem comentáriosCurta dentro da Lei
Curta Dentro da Lei
A sétima arte como ponto de partida para debates com especialistas
O programa Curta Dentro da Lei visa estimular a relação dos telespectadores da TV Justiça por meio de debates temáticos diversificados pelo ponto de vista jurídico, antropológico, sociológico, filosófico e comportamental, após exibição de curtas-metragens.
Depois da exibição do curta-metragem, Cristiano Paixão, mediador do programa, conduz o debate com uma pessoa que representa a produção exibida e um especialista no tema abordado pelo filme em questão.
Curta Dentro da Lei traz para a TV Justiça a sétima arte valorizando os que têm espaço restrito para mostrar suas obras.
Inédito: Qua - 21h
Reprises: Sab - 17h / Dom - 1h / Ter - 7h
Para sintonizar em outros Estados, por favor acesse o site www.tvjustica.gov.br
Para sintonizar em Brasília:
Brasília
Net Brasília - canal 10
Por DTH para todo o Brasil
Directv: canal 209
Sky: canal 95
Satélite: Brasilsat B1
Freqüência de recepção: 3.649,00 MHz
Polarização: Vertical
Taxa de informação: 4399,00 Kbps
FEC: 3/4
PIDs:
Vídeo: 0289
Áudio: 0290
PCR: 0289
Como dar cara de cinema a seu filme digital?
Há uma série de questões que devem ser observadas por quem quer dar aquele look de cinema a um filme gravado em vídeo digital. Ainda que haja bastante material sobre isso disponível, muitos dos cineastas digitais continuam incorrendo em erros e problemas.
A primeira destas questões é saber que, por mais que você se esforce, seu filme não terá a mesma cara que teria se fosse realmente filmado em película. Mas a boa notícia é que pode ficar muito legal e exibir um visual tremendamente atraente e sexy, se você der os passos certos.
Antes de mais nada, é preciso planejar. Este impacto visual não decorre simplesmente de gravar a 24 quadros por segundo, nem de alguns presets de câmera com nomes equivocados. Um visual de cinema depende sobretudo de um adequado entendimento de do encadeamento e relacionamento entre as várias fases de produção. Ele depende sobretudo de gravar do modo certo PARA QUE a finalização possa ser feita em condições ideais.
Com “finalização” quero dizer aquilo que é feito sobre o material audiovisual depois da edição de imagens, isto é, seu tratamento através de softwares adequados para a correção de cores, buscando o equilíbrio dentro de cada cena e entre as várias cenas de seu filme, bem como um visual que transmita determinadas sensações e emoções ao espectador. Dependendo do filme, isso pode significar buscar cenas com alto contraste de cores ou o reverso disso, cenas com pouco constraste; pode implicar também em privilegiar certas tonalidades, fazendo-as sobressair em relação às demais. Pode ser, quem sabe, por outro lado, puxar todas ou muitas das cenas em direção a certos tons, como o verde da Matrix, etc, etc.
Ponto essencial número um: cara de filme depende também da forma como as imagens são captadas, mas não há como obter este visual de forma satisfatória sem tratamento de imagens na pós-produção (nem mesmo para filmes em película, que dirá para imagens em vídeo). Leia mais
Imprimir | 4 comentáriosCurta Cabo Frio
Imprimir | Sem comentáriosOlá!
Em nome da equipe do “I CURTA CABO FRIO – festival de curta-metragem” venho através deste e-mail convidá-los a participar do evento que trará como temática principal “A tecnologia digital facilitando o aumento da produção cinematográfica”, com discussões sobre os novos formatos cinematográficos e audiovisuais.O festival adere ao formato já utilizado em alguns festivais pelo Brasil de apresentar mostras competitivas e informativas sem distinção alguma entre gêneros de narrativa e bitolas. Todos os gêneros estarão concorrendo entre si. O festival terá 3 mostras competitivas:
- Mostra de Curtas em Película de 35mm e 16mm com até 30 minutos de duração.
- Mostra de Curtas digitais – em qualquer mídia para curtas com até 30 minutos de duração.
- Mostra de Curtas em Câmera de Celular para curtas com até 5 minutos.Um dos objetivos do Festival é apresentar novas maneiras de fazer cinema. O festival será realizado pela EMES FILMES em parceria com a Prefeitura Municipal de Cabo Frio através da Secretária Municipal de Cultura.
Dentro da programação do CURTA CABO FRIO acontecerão Oficinas e Palestras com o objetivo de debater o rumo do audiovisual na Região dos Lagos. Estarão reunidos profissionais do meio cinematográfico, educadores, estudantes universitários, estudantes da rede municipal e todos os interessados no potencial do processo do audiovisual.
O festival fará uma homenagem a José Louzeiro roteirista de filmes como Pixote e Lúcio Flávio.
Outra meta do projeto é, a cada mês, exibir uma mostra nas Escolas Municipais e nas cidades da Região dos Lagos, não encerrando as suas atividades juntamente com o Festival, o que permitirá o contato dos estudantes e da comunidade com o cinema durante todo o ano.
Tê-lo ao nosso lado na primeira edição do CURTA CABO FRIO será uma honra.
Visite nosso site.
O Básico do Vídeo Digital
Um ótimo manual básico, cobrindo vários aspectos e todas as etapas de produção de material audiovisual digital é o “The Essential Digital Video Handbook”, escrito por Pete May, que aliás tem um site com informações e materiais úteis. Pode ser adquirido também através da Livraria Cultura.
Imprimir | Sem comentáriosYou Tube Televisivo
A TV Cultura estréia hoje, segunda-feira (28/05), às 18:30h, o Sumo.tv. O programa será uma espécie de YouTube na televisão, exibindo vídeos produzidos por telespectadores, internautas e universitários brasileiros, além de outros já veiculados pela internet.
Segundo a assessoria da Cultura, a idéia é “estimular a participação do público e incentivar a produção audiovisual no país, dando um salto na questão da convergência de mídias”.
A emissora assinou parceria com a produtora inglesa Cellcast – empresa que atua no mercado de televisão interativa com vários programas de entretenimento, games e distribuição de prêmios – na quarta-feira (23/05). No Brasil, a empresa produz o programa Insônia, da Rede TV! e pretende investir R$ 8 milhões em novos projetos em 2007.
Na Inglaterra, o Sumo.TV exibe 24 horas diárias de programação, por meio do canal Sky, e tem cerca de 60 mil vídeos.
No Sumo.TV brasileiro, a apresentadora Maria Paula Lapenta irá interagir com os telespectadores através de mensagens via celular e e-mails, onde eles elegerão os melhores vídeos, que serão premiados com câmeras de vídeo, laptops com software de edição, dentre outros.
Fonte: Comunique-se.com.br
Imprimir | Sem comentáriosManuais do Cineasta Digital
Ainda no espírito rebelde, nosso amigo Stu Maschwitz, autor do DV Rebel’s Guide, apresenta sua lista de livros obrigatórios para o profissional de cinema digital. Além do próprio Guia do Rebelde, ela inclui:
- Sound for Digital Video, de Tomlinson Holman;
- Adobe After Effects 7.0 Studio Techniques, de Mark Christiansen;
- In the Blink of an Eye, o clássico do mestre da montagem Walter Murch;
- Directing Actors: Creating Memorable Performances for Film & Television, de Judith Weston;
- Rebel Without a Crew: or How a 23-year-old filmmaker with $7,000 became a Hollywood player, o relato pessoal de Robert Rodriguez sobre a produção de “El Mariacchi”.
Para acessar a lista completa no site da Amazon, clique aqui.
Imprimir | Sem comentáriosImagens sem compressão numa DVX100?
No topo da lista de invenções interessantes e sobretudo no espírito de extrair o máximo da tecnologia disponível figura o Andromeda. Esses camaradas da Reel Stream simplesmente abrem uma Cãmera DVX100 e, com algumas intervenções, possibilitam a gravação de imagens sem compressão com até 1540 X 990 linhas de resolução (direto para um disco rígido evidentemente, mas ao mesmo tempo em que se pode continuar gravando imagens SD para um fita DV normalmente). Se você não se importa de perder a garantia da sua DVX100 e tem 2.500 dólares para investir, pode ser uma opção a ser considerada.
Imprimir | Sem comentáriosFórum do Rebelde Digital
O rebelde digital, conforme o espírito do livro “The DV Rebel´s Guide”, já tem também seu próprio fórum virtual. É o Rebel´s Café, que consta dos links aí ao lado, moderado pelo próprio autor, Stu Maschwitz. A arena é aberta a todo o tipo de dicussão e Stu se compromete a responder às questões especificamente relacionadas a pontos do livro.
Imprimir | 3 comentáriosO Espírito Rebelde
Uma recente publicação imperdível para quem deseja extrair o máximo da tecnologia disponível e aprender um bocado de atalhos e segredos para produzir filmes em vídeo digital com cara de cinema, para produzir efeitos visuais fantásticos com baixíssimo custo e para fazer vídeos em geral com alta qualidade e orçamentos pequenos é o “DV Rebel’s Guide”. Seu autor, Stu Maschwitz, trabalhou durante vários anos na Industrial Light & Magic e hoje é sócio da The Orphanage, uma produtora de comerciais e efeitos visuais em San Francisco.
Apesar de seu foco principal serem filmes de ação, é um manual obrigatório para todo diretor e produtor antenado de cinema e vídeo. Também disponível através da Livraria Cultura.
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