Sertão Filmes

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Pague o escritor! (Pay the Writer!)

¿Sabe quando todos querem que você trabalhe de graça? ¿Sabe quando todos os envolvidos em um projeto irão receber dinheiro, mas você só irá desfrutar de “divulgação gratuita”? Pois é…

(Via jpcuenca e AlexCastroLLL.)

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7 Comentários

  1. Daniel Christino 12-12-2009 4:20 pm

    Putz!! Vocês pagaram o cara para exibir essa entrevista aqui, né? Espero que sim, senão ele vem e põe fogo na produtora. :)

  2. [...] This post was mentioned on Twitter by Gustavo Fonseca, Luiz Ricardo. Luiz Ricardo said: entenda pq Eu e o Cabral não escrevemos mais para os melhores veículos do mundo http://migre.me/CLqo [...]

  3. Luiz Ricardo 7-5-2010 7:59 pm

    entenda pq Eu e o Cabral não escrevemos mais para os melhores veículos do mundo http://migre.me/CLqo

  4. Gustavo Fonseca 7-5-2010 8:05 pm

    haha boa e pura verdade RT @BichoMagro: entenda pq Eu e o Cabral não escrevemos mais para os melhores veículos do mundo http://migre.me/CLqo

  5. Yuri Vieira 13-6-2010 1:46 pm

    Chame um pedreiro p/dar um jeitinho no degrau da escada e ele irá cobrar. Encomendaram-me crônicas sobre a Copa. De graça http://goo.gl/cMez

  6. Yuri Vieira 先生 22-6-2010 1:42 pm

    @gfortes Um amigo me reencaminhou o texto sobre o "mercado prostituído". Muito bom,me identifiquei. Me lembrou isto aqui: http://goo.gl/cMez

  7. [...] O vídeo acima me lembra que, meses atrás, respondi a uma pergunta no Formspring sobre direitos autorais. (Leia aqui.) Continuo pensando da mesma forma no que se refere a “atribuição de autoria”, “obras derivadas” e tudo o mais. Mas o problema da remuneração continua, cada vez mais gordo, enquanto os artistas não bancados pelo ☭Estado☭ emagrecem a olhos vistos. (Arte é, em certo sentido, um investimento de tempo, o qual se cristaliza na forma de dinheiro, que, por sua vez, está nas mãos do Estado — impostos, gente! impostos! — ou nos bolsos de investidores incultos.) Num mundo ideal, creio que o mais correto seria — no caso dos ebooks, por exemplo — os livros espalharem-se livremente pela rede e, caso o leitor gostasse do texto, que então fizesse (de livre e espontânea vontade, lógico) uma doação ao autor através do PayPal (ou serviço semelhante). Infelizmente o mundo ideal não existe e as pessoas não querem jogar moedinha no chapéu de artista nenhum, essa gente à toa, essas cigarras desprovidas de senso prático. Aliás, aqui no Brasil, retribuir financeiramente algo que se recebeu “de graça”?! Isso nem nos passa pela cabeça. A Lygia Fagundes Telles, quando a visitei anos atrás, me disse que ganhava mais dinheiro dando palestras que através de direitos autorais. Talvez, da mesma forma que os músicos foram obrigados a sair em turnê para conseguir sobreviver — e temos de agradecer aos arquivos MP3 por isso (graças a esse estado de coisas já rolou até um show do The Doors a dois quarteirões da minha casa; sim, sem o Jim Morrison) –, da mesma forma que os músicos, os escritores terão de fazer o mesmo: sair a dar palestras, oficinas literárias, de roteiro, fazer stand-up comedy ou coisa assim. Só que as pessoas tampouco parecem saber que isso é possível e, além de conveniente, uma necessidade para o escritor. Quando finalmente o convidam, a não ser que seja um evento patrocinado pelo Estado (ah, esse nosso socialismo disfarçado…), querem que você faça, sim, tudo de graça, o que me lembra este outro vídeo aqui. [...]

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