Sertão Filmes

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Arquivo da categoria 'Atores'

Publicidade de Baixo Orçamento

Sonho from Pedro Novaes on Vimeo.

Sumô from Pedro Novaes on Vimeo.

Dá pra fazer comerciais bons e baratos? Claro que dá. O problema em geral é cliente que quer um VT hollywoodiano a preço de comercial de cartela. Quando há consciência das possibilidades de produção, alguma disposição pra ser ousado e excelente comunicação entre agência e diretor, dá nesse tipo de coisa. Do ótimo Fogueira, ator do VT do Sleep Inn, muitos se lembrarão deste lendário comercial da Honda.

Criação: Bees Publicidade
Produção: Idéia Produções
Direção: Pedro Novaes
Direção de Fotografia: Emerson Maia
Produção: Lúcia Macedo e Mariah Mundim
Trilha Sonora: Olemir Candido
Locução (Zein): Mário César Rodrigues
Elenco: Fogueira (Sleep Inn), Eduardo Numa e Duncan (Zein)

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Essas atrizes…

Brigitte Bardot

Brigitte Bardot, Marina La Fille Sans Voile, Willy Rozier, 1952.

Sophia Loren en 1953

Sophia Loren en 1953

Mamie Van Doren, Girls’ Town, 1959

Mamie Van Doren, Girls’ Town, 1959

Natalie Wood

Natalie Wood

Clique sobre as imagens para ver uma versão ampliada.

(Via Bitter Cinema.)

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Atores aterrorizantes

Rathbone, Karloff, Lorre and Price

Basil RathboneBoris KarloffPeter LorreVincent Price.

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Terceiro aniversário deste blog

E como o Olho de Vidro, blog da produtora Sertão Feelmes, completa hoje três anos de idade, convidamos uma atriz de cinema para cantar o “Parabéns pra você” para nós… (Obrigado por ter aceitado nosso convite, gata!)

Claro, como foi o Pedro Novaes quem encaminhou o convite, e como ele é no momento o presidente da produtora, ela… ah, você entendeu.

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Charles Chaplin: Erros de gravação

Alguns erros de filmagem que eu nem imaginava ainda existir. (Atenção para o figurino do sujeito da claquete!)

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Benicio del Toro e o filme “Che”

Em entrevista à jornalista Marlen Gonzalez, Benicio del Toro gaguejou, ficou mudo e, por fim, deve ter se arrependido amargamente da dita cuja. A primeira pergunta: “por que estrear um filme sobre Che Guevara numa cidade (Miami) onde vivem tantos cubanos vitimados por um sistema que ainda está implantado em Cuba? É uma provocação?” Benicio gagueja. E ela completa: “O filme traz uma imagem positiva do Che, e imagine que, se fosse sobre Hitler, estaria ofendendo aos judeus.” Ele diz que o Che não criou campos de concentração. E ela: “Estamos falando sobre assassinos. Não é o mesmo crime assassinar uma pessoa, cem ou cem mil?” E acrescenta: “Você sabia que o Che, quando esteve encarregado da prisão de La Cabaña, mandou fuzilar pessoalmente mais de 400 pessoas?” Benicio del Toro fala de pena de morte e ela contesta, já que foram execuções sumárias, sem julgamento. Ele afirma então que eram terroristas ligados ao ex-ditador Batista. (Santa inocência!) Ela o contesta, dizendo que foram assassinados por suas opiniões contra o governo revolucionário, por suas consciências. Ele fica muuuito desconfortável. A jornalista indaga por que o filme não mostra os fuzilamentos, os disparos que o próprio Che deu, em execuções, a sangue frio. O ator não sabe. E, por fim, ela pergunta se Benicio conhece a seguinte declaração de Che Guevara: “A forma mais positiva e mais forte que há, à parte de toda ideologia, é um tiro em quem se deve dar em seu momento”. “Não me lembro, exatamente”, responde ele. E ela lhe presenteia com o livro “Guevara: Misionero de la Violencia“, escrito por Pedro Corzo, historiador cubano e ex-preso político na ilha.

Ah, claro: a jornalista Marlen Gonzalez é de origem cubana.

Che: Part One e Che: Part Two (2008) são filmes de Steven Soderbergh.

Pedro Corzo mantém o Instituto de la Memoria Histórica Cubana contra el Totalitarismo.

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Teste de Dominique Swain para “Lolita”

Teste e leitura de roteiro com Jeremy Irons.

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A Culpa é do Diretor, parte II

Tenho insistido que o maior problema de nossa cinematografia digital, e sobretudo dos curtas que são feitos no Brasil, está na precariedade da direção de atores e no pouco caso com um trabalho mais embasado de preparação de elenco e construção de personagens.
A verdade é que a maioria toma a função do diretor cinematográfico como algo simples e que qualquer um com uma boa idéia pode exercer. Afinal, trata-se meramente de definir enquadramentos e movimentos de câmera, e de dar ordens aos atores, não é verdade?
A função do diretor é dificí­lima. É preciso ser acrobata e conseguir manter dezenas de pratos girando ao mesmo tempo, com a diferença de que, no circo, se um prato cai, só ele se quebra, enquanto, no cinema, se o mesmo ocorre, todo o conjunto naufraga.
Uma má fotografia pode até sobreviver a um filme com ótimas atuações, mas um filme com excelente fotografia e performances ruins é um desastre. Sem atuações críveis, nada se sustenta.
Mas nada me parece mais difí­cil e delicado do que a direção dos atores. Primeiro, porque a direção é quase um casamento, depende de confiança absoluta. O diretor coloca seu bem mais precioso nas mãos do ator – o seu filme – e o ator tem que se abrir e jogar de cabeça no território das emoções, crendo que o diretor saberá guiá-lo neste lamaçal, rumo aos sentimentos corretos para uma boa atuação.
Segundo, porque dirigir atores demanda principalmente intuição e disposição para o risco e o mico. Tem pouco de intelectual e muito de tentativa e erro, de processo, de experiência. Nada nos ensina a fazê-lo, a não ser tentar.
Eu ainda me sinto quase absolutamente desarmado neste território. Ainda não sei fazer pouco mais que pedir resultados – o pior tipo de direção -, mas vou tentando perder o medo.
Apesar de que só a prá¡tica ensina, um pouco de teoria pode apontar o rumo certo e também nos fornecer o impulso de buscar. Daí­, como prometido, a tradução da introdução do livro de Judith Weston “Directing Actors”, um excelente começo sobre este tema.

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