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Da Série Xingu
Xingu – A Terra Ameaçada (Abertura) from Pedro Novaes on Vimeo.
A série de documentários “Xingu” se embaralha à minha história pessoal e da minha família.
Em 1983, quando deixou a direção do jornal Diário da Manhã, em Goiânia, meu pai, o jornalista e documentarista Washington Novaes, foi convidado pela Intervídeo, então capitaneada por Walter Salles, Roberto D’Ávila e Fernando Barbosa Lima para conceber e dirigir uma série para a TV sobre povos indígenas brasileiros. Os altos custos e a complexa logística envolvidos levaram à opção por um objeto menos amplo, de onde a escolha pelo foco nos índios do Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso.
Assim, em agosto de 1984, Washington e uma equipe formada pelo fotógrafo Lula Araújo, o técnico de VT e som Antonio Gomes e o produtor José Carmo, partiu para o Parque do Xingu para um estadia de dois meses destinada a retratar inicialmente cinco etnias: Waurá, Kuikuro, Metuktire e Kren-a-Karore (que mais tarde retornaram a seu nome ancestral “Panará”).
O resultado foi a série “Xingu – A Terra Mágica”, em 11 episódios, exibida em 1985 pela extinta Rede Manchete, aclamada pelo público e pela crítica, premiada em festivais de TV pelo mundo afora e prestigiada com uma sala própria em 1986 na importante Bienal de Veneza. Alguns dos programas da série chegaram na época a atingir 20 pontos de audiência, feito inédito para a TV Manchete então e para uma série deste tipo.
Desde então, os índios passaram a fazer parte de nossa vida, sempre frequentando nossa casa, e muitos deles, ao longo do tempo, tornando-se grandes amigos.
Xingu – A Terra Ameaçada (Chamada) from Pedro Novaes on Vimeo.
Em 1987, Washington retornou ao Xingu. Mais uma vez em parceria com a Intervídeo, realizou a série “Kuarup – Adeus ao Chefe Malakwyauá”, que retratou um dos grandes líderes xinguanos e o Kuarup, a festa para os mortos ilustres no Xingu, que o homenageou.
Desde meados da década de 90, meu pai desejava retornar ao Parque para uma terceira série, que estabelecesse uma ponte com a série original e mostrasse as mudanças de toda sorte ocorridas desde 1984. Mas foi apenas em 2006 que o desejo pode se tornar realidade.
Com patrocínio da Petrobras e da Natura, através da Lei do Audiovisual, em mais uma parceria com a Intervídeo e desta vez também com a TV Cultura, Washington voltou a Xingu, desta vez acompanhado de boa parte de sua família, muitos de nós exercendo funções na realização do filme. Eu assumi a assistência de direção e a direção de produção de toda a série, na qual foram gastos 2 milhões de reais. João e Guilherme, meus irmãos, responderam pela Produção Executiva, junto com Cláudio Pereira e Roberto D’Ávila, da Intervídeo. Marcelo, outro irmão, fez a fotografia de still e ainda segurou a segunda câmera.
Na equipe de gravação, contamos mais uma vez com a mão tranquila de Lula Araújo. Antonio Gomes, por problemas de saúde, não pode nos acompanhar, apesar do desejo de Washington de contar com a mesma equipe, e foi substituído por Pedro Moreira.
O Lula é, para mim, um dos melhores fotógrafos de documentários do país, sobretudo em situações como as com que nos deparamos no Xingu, onde os objetos retratados não estão sob seu controle, as coisas acontecendo o tempo todo independentes da vontade de quem filma. O cara pensa e responde muito rápido, produzindo imagens comoventes mesmo nas condições mais adversas e sem nenhuma possibilidade de preparação prévia.
Xingu – A Terra Ameaçada (Chamada Versão 2) from Pedro Novaes on Vimeo.
Foram quase 40 dias divididos entre seis aldeias. Além dos Waurá, Kuikuro, Metuktire e Panará, foram incluídos os Yawalapiti – em função do papel relevante que seu falecido chefe Paru acabou assumindo na série de 1984 – e os Kalapalo – pois este povo hospedava o Kuarup daquele ano no Parque.
Resultaram quase 100 horas de material. Depois de muita reflexão e discussão com Lula, optamos pelo HDV como formato de captação, usando duas câmeras Sony Z1. Apesar de seus problemas e de não ser propriamente um formato profissional, revelou-se adequado para as características do projeto pelo custo mais baixo, pela grande quantidade de material precioso a ser arquivado – fazer isso em formatos sem fita ainda tem suas complicações – e pelo desejo de gravar em alta definição.
Seis novos programas foram editados – um programa de abertura e mais um para cada povo (o Kuarup dos Kalapalo foi incluído no primeiro programa) – e a série antiga foi remasterizada pelos Estúdios Mega com uma nova correção de cor e eliminação de dropouts no material analógico. Somadas, as duas séries viraram uma série de 16 programas, intitulada agora “Xingu – A Terra Ameaçada” (o 11o programa de 1984/1985 era apenas uma espécie de making of da série e foi excluído da nova sequência).
A série completa foi exibia no segundo semestre de 2007 pela TV Cultura e pela TV Brasil com grande resposta do público e da crítica.
Acima, você pode conferir a bela abertura montada pelo João Paulo Carvalho – que também editara a série original – junto com a Aline Nóbrega, e também duas chamadas exibidas em TV e em salas de cinema, como parte do plano de marketing da série.
Imprimir | Sem comentáriosNosso curta-metragem em Portugal
O curta-metragem ESPELHO, dirigido por mim e por Cássia Queiroz, foi convidado a participar da mostra Verão Cinema e Outras Coisas (organizada pela PULGA associação criativa), que ocorrerá na Costa da Caparica, em Portugal. Será apresentado Domingo, dia 30/08, no encerramento. (Veja a programação completa do evento.)
A organização, entre outras coisas, foi bem bacana ao receber a imagem de DVD (arquivo ISO) via internet, sem as mil e uma burocracias exigidas por festivais, mostras e canais de TV brasileiros, que solicitam as mídias gravadas e mil e um papéis de autorização assinados, o que apenas me faz esquecer de enviar o material, infelizmente. Para que gastar com frete material se o "objeto" é digital? Oras…
Fica aí a sugestão: use o Archive.org para salvar e enviar as imagens de DVD (ISO) do seu curta-metragem. Suba o arquivo ISO e ele automaticamente criará arquivos em Mp4 e Gif.
Imprimir | 4 comentáriosCartas do Kuluene – Primeiro Teste
Fizemos ontem uma primeira sessão-teste do primeiro corte do Cartas do Kuluene para alguns amigos próximos, quase todos profissionais do audiovisual, mas nem todos. Estavam também o Tiago Benetti e o Antonio Zayek, dois dos atores que trabalharam no filme.
O primeiro corte ficou com duas horas e cinco minutos. Ainda há muito trabalho pela frente, mas o filme já tem o seu “jeitão”, que era o principal a ser avaliado e discutido, vendo o que funciona ou não, se está cansativo, se prende a atenção, emociona, estimula.
O Cartas é um longa documental que fala da experiência de encontrar índios no Brasil, tentando retratar de forma mais complexa, pelo olhar de três brancos, estas culturas radicalmente diferentes da nossa. Numa troca de cartas imaginária, eu, Buell Quain – antropólogo americano que se suicidou entre os krahô em 1939 – e Paul Berthelot – anarquista francês que se enfiou no meio dos índios do Araguaia na década de 1900 – contamos nossas experiências com os índios e nos angustiamos com a frustração de nossas expectativas e a suspensão da verdade, como a entendemos, entre eles.
O mais positivo desta primeira avaliação e discussão, penso, é que, depois de algum tempo de críticas aos problemas na estrutura narrativa e a elementos específicos seus, as pessoas começaram a debater o conteúdo do filme, o que ele queria dizer e como encaravam isso. Acho que é a principal evidência de que o “jeitão” do filme está no caminho certo, estimulando a imaginação e fazendo as pessoas pensarem.
No lado dos problemas, as pessoas unanimemente acharam o filme muito longo e um pouco cansativo.
A trilha sonora aparece como item número um a necessitar muito trabalho. Ainda que a opção pelo rock pareça sólida, a escolha inicial de trabalhar apenas com músicas já existentes torna o resultado heterogêneo demais. E há uma certa sensação de que há muita música e de que ela está se sobressaindo demais, quando não deveria ser ouvida conscientemente – o que me parece correto, visto que, a despeito de uma estrutura narrativa pouco convencional e dos jogos de significados na representação, o filme não se pretende experimental ou inovador no uso da trilha. Está claro que ela deve ser um dos veículos da estrutura narrativa em moldes convencionais. Nossas experimentações estão em outros campos.
Já tínhamos, na verdade, nos dado conta dos problemas musicais, motivo pelo qual o Margô e o Raphael, músicos experientes e amigos que já fizeram trilhas para dois curtas, estão trabalhando em uma trilha original para o Cartas. Breve, devem apresentar os primeiros esboços.
Há dois problemas importantes apontados em relação à locução, um mais fácil de trabalhar, outro bastante complicado. O primeiro é o de que há locuções que são redundantes em relação a certas imagens, sobretudo nas cartas do Berthelot, que contam uma narrativa mais linear, a trajetória de sua aventura. São, portanto, desnecessárias e serão eliminadas. Isso é fácil e já comecei a extirpar estas partes nos textos. O segundo, mais delicado, é o problema de que o excesso de locuções muitas vezes dificulta ao espectador desfrutar das imagens, sobretudo quando casamos imagens documentais de povos indígenas com locuções reflexivas ou narrativas. As pessoas se sentem atraídas por certas imagens de alto impacto visual ou estético, mas a necessidade de acompanhar as locuções, sobretudo as legendadas (as locuções de Berthelot são em francês, as de Quain, em inglês), oblitera essa possibilidade. Em relação a isso, me pergunto se não seria melhor abandonar essas locuções em línguas estrangeiras. A idéia delas é reforçar um certo clima de babel num filme que fala sobre encontro entre culturas. Dá um charme ao filme, mas traz esses problemas.
Por último, Juliana, minha mulher, apontou algo que me incomoda e a que quero dedicar reflexão e esforço: não conseguimos fazer o espectador sentir – pela via emocional e não somente pela reflexão -, de alguma forma, os mesmos incômodos nesta interação com os índios de que os três narradores falam: tédio, lentidão do tempo e desconforto físico, de um lado, e, de outro, a angústia diante da suspensão da verdade. Acho que a edição de som, ainda por ser feita, terá um papel fundamental nisso, mas precisamos retrabalhar as imagens para tentar produzir este tipo de efeito.
Estou realmente desfrutando da experiência de trabalhar num filme grande e, em alguma medida, ambicioso como esse. O tempo de contato com o material te permite refletir muito, mudar suas impressões e opiniões, ter um monte de insights, estudar e trocar idéias com os colegas de trabalho e amigos. Isso é muito legal. Não estou nem um pouco enjoado ou de saco cheio, apesar de trabalhar vendo essas imagens documentais há três anos e, no Cartas especificamente, há cerca de dois. Passo por fases e fases, detestando e adorando o resultado. Gosto agora de coisas que ontem achava péssimas, desgosto de outras que pareciam boas. Me apego a coisas que antes não me chamavam a atenção, suprimo partes que considerava essenciais.
Aliás, a questão do apego ao material é um tema sempre recorrente nas reflexões sobre edição de filmes e representa, de fato, um grande problema. O tempo, trabalho e carinho dedicado à filmagem e/ou montagem de certas sequências dificultam depois um juízo adequado de sua relevância no filme montado. É difícil “matar nossos bebês”, como diz o Stu Maschwitz, diretor americano, porém essencial. Esse é um dos principais desafios para diminuir um primeiro corte de duas horas e pouco para uma e vinte, que é nossa meta. Não há dúvida, entretanto, de que isso é fundamental.
Vamos em frente. A idéia é, durante essa semana, mostrar o filme a mais algumas pessoas.
Imprimir | 2 comentáriosCartas do Kuluene – Trailer
No ar um primeiro trailer do Cartas do Kuluene, nosso novo documentário. Lançamento previsto para outubro.
Cartas do Kuluene/Letters from Kuluene – Trailer from Pedro Novaes on Vimeo.
FICHA TÉCNICA
Direção: Pedro Novaes
Elenco: Tiago Benetti, Antonio Zayek, Felipe Brum, Beatrice Labaig, Tatiana Marinho
Vozes: Aaron Wolf e François Meyer
Assistente de Direção: Cássia Queiroz
Direção de Fotografia: Emerson Maia
Fotografia Documental: Lula Araújo, Marcelo Novaes e Piva Barreto
Assistente de Fotografia: Dani Azul
Fotografia Still: Rogério Neves
Maquinária: Chico Macedo e Denir Calassara
Elétrica: Roosevelt Saavedra
Direção de Arte: Letycia Rossi
Cenografia: Úrsula Ramos
Maquiagem e cabelos: Accioly Neto
Assistente de Maquiagem: Marcelo Ramos
Produção Executiva: Paulo Paiva. Antonio Guerino, Arturo Lúcio
Produção Maria Eugênia Tovar
Direção de Platô: Maurício Cruz
Edição: Sérgio Valério
Som direto e Edição de Som: Arturo Lúcio
Som documental: Pedro Moreia
Preparação de Elenco: Sandro di Lima
Consultoria Musical: Márcio Jr.
Neste último sábado, a Sertão Feelmes rodou as cenas finais do primeiro vídeo-clipe da Mugo, banda metal de Goiânia fenômeno no My Space, com quase 2 milhões de acessos. A Mugo prepara o lançamento de seu primeiro álbum, intitulado “Go to the Next Floor”, e o vídeo-clipe impulsionará ainda mais esta banda de som pesado e diferente.
O clipe da música “Screams” é resultado de uma parceria entre a Sertão Feelmes e a Cinelocações. Foi rodado em dois dias, no Centro Cultural Oscar Niemeyer e no estúdio da Idéia Produções. Direção de Antonio Guerino e fotografia de Naji Sidki. Nossos agradecimentos à Idéia Produções.
Imprimir | Sem comentáriosO Tunelzinho da Princesa

Neste domingo, às 15 horas, na FILC, em Campinas, acontece o lançamento do novo livro do brother Biajoni, o já famoso “Buceta – Uma Novela Cor de Rosa”.
Para quem não conhece, Biajoni é autor do lendário “Sexo Anal – Uma Novela Marrom”, uma novela pornô-policial absolutamente genial. Para usar as palavras de um grande psicanalista amigo meu – a quem apresentei o Sexo Anal (o livro apenas) -, “o Biajoni é um Machado de Assis da intimidade”. É fato, o Bia escreve pra caralho: seus livros têm um ritmo que os torna impossível de largar e uma ironia e profundidade na construção dos personagens que fazem com que o sexo explícito seja apenas a cereja do bolo.
Conheci o Biajoni porque propus a ele fazermos um roteiro cinematográfico do Sexo Anal. Na verdade, o livro já é um roteiro de filme praticamente pronto. Eu adoraria filmá-lo. Está na gaveta dos projetos, pois resolvemos primeiro roteirizar o “Virgínia Berlim”, outro de seus romances imperdíveis. O roteiro está por aí, em edital do Minc, e vamos tentando articular caminhos para viabilizá-lo.
Nos encontramos no Rio de Janeiro por uma coincidência de viagens e tomamos mais de 50 chopps no Baixo Gávea. Mas, como quem bebe com o Bia não tem ressaca, acordei são no outro dia de madrugada pra dirigir de volta até Goiânia. É uma amizade nova que parece antiga.
Enfim, crianças, tive o privilégio de ser um dos primeiros leitores do “Buceta” e posso assegurar-lhes que é mais uma pequena obra-prima e outro roteiro cinematográfico pronto, que inclui alguns dos mesmos personagens do Sexo Anal e o mesmo cenário de cidade média do interior paulista (por coincidência, o Bia mora em Limeira). É a história da descoberta de um golpe envolvendo desmanche de carros com a participação de uma grande concessionária, de vários outros crimes que se ligam a este e de um trágico e grande amor entre dois homens. Tem de tudo: uma loira fatal bandidíssima, muitos travestis – um deles é de Goiânia (o Bia gosta de fazer pequenas homenagens a seus amigos nos livros) -, sexo de todos os tipos, crimes, sangue e bucetas.
Não perca. O livro já está em pré-venda no site da Os Vira latas.
Imprimir | 3 comentários“Espelho” (curta-metragem) no festival de Tromsø, Noruega
O curta-metragem “Espelho” (Mirror), dirigido por mim em parceria com Cássia Queiroz, foi convidado pelo festival “No Siesta, Fiesta!” — de Tromsø, Noruega — e já está na programação que homenageia o Brasil.
Os longas-metragens convidados são: Central do Brasil, Tropa de Elite, Fuglekikkere e La Zona.
Se por um acaso você estiver passeando por ali, em busca da aurora boreal ou algo assim, aproveite e prestigie nosso filme. Obrigado.
Imprimir | Sem comentáriosDe Partida – um curta-metragem da Sertão Filmes
Após iniciar o vídeo, clique na seta (canto inferior direito) e selecione “HQ – assistir em alta qualidade”.
“Um casal não vê outra saída para seu casamento senão a separação.”
Obs.: Este curta-metragem foi gravado sem qualquer lei de incentivo cultural e custou cerca de R$500,00 à Sertão Filmes, graças, é claro, à ajuda de vários amigos que trabalharam sem nada cobrar e/ou emprestaram equipamentos e locações. (Veja os agradecimentos ao final do vídeo.)
Foi SELECIONADO para a 8ª Goiânia Mostra Curtas (2008).
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Direção: Pedro Novaes e Yuri Vieira.
Argumento: Pedro Novaes.
Roteiro: Paulo Paiva, Pedro Novaes e Yuri Vieira.
Fotografia: Emerson Maia, Pedro Augusto Diniz e Pedro Novaes.
Assistente de fotografia: Isaac Orcino e Arturo Lucio.
Som direto: Paulo Paiva.
Edição: Pedro Novaes, Aline Nóbrega.
Trilha sonora: Sandro Soares, Pedra 70, Olavo Telles, Bebel Roriz.
Edição de som e finalização: Arturo Lucio.
Produção: Cássia Queiroz e Paulo Paiva.
Elenco: Cássia Queiroz, Grace Carvalho, Lina Reston e Sandro Torres.
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P.S.: O quadro na cabeceira da cama foi pintado por Yuri Vieira. (Hehehehe.)
Mais fotos do Cartas
Olhaí mais fotos de divulgação e bastidores do “Cartas do Kuluene”. Gravação da últimas cena em São João del Rey: a equipe, além de mim, diretor, tinha Paulo Paiva, Produtor Executivo, Emerson Maia, como fotógrafo, Antonio Zayek, nosso protagonista, Ricardo Calaça, som direto e Chico Macedo, assistente de câmera. Mais uma vez os sinceros agradecimentos à Vale e à Ferrovia Centro-Atlântica, à Prefeitura de São João del Rey, sobretudo na pessoa do Gilvane, e aos hotéis Trilhos de Minas e Calcinfer.

Clique aqui para ver o ábum completo. Fotos do Paulo Paiva.
Imprimir | 1 comentárioA chi altri non piace il mio film? *
Nosso curta-metragem ESPELHO foi escolhido como melhor curta-metragem da semana — na segunda semana de Julho deste ano — pelo site italiano Mooovie, o qual tem o objetivo de reunir em site, livro e DVD la prima selezione di film di qualità. A resenha:
Vi sarà capitato sicuramente nella vita di imbattervi in un film sperimentale incomprensibile e noioso. In questo simpatico cortometraggio brasiliano il pubblico del cinema viene messo a confronto con la propria immagine riflessa. Quando la sperimentazione non è gradita, la provocazione accende solo una discussione sterile e alquanto pericolosa… con finale a sorpresa. Dedicato ai decadenti che si atteggiano ad intellettuali.
A propósito, levando em conta tanto a versão legendada quanto a não-legendada, o curta ESPELHO já foi assistido 11.002 vezes no You Tube. Também está disponível no Metacafe e no MySpace.






