Sertão Filmes

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Arquivo da categoria 'Notícias da Sertão'

Terceiro aniversário deste blog

E como o Olho de Vidro, blog da produtora Sertão Feelmes, completa hoje três anos de idade, convidamos uma atriz de cinema para cantar o “Parabéns pra você” para nós… (Obrigado por ter aceitado nosso convite, gata!)

Claro, como foi o Pedro Novaes quem encaminhou o convite, e como ele é no momento o presidente da produtora, ela… ah, você entendeu.

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Nosso curta-metragem em Portugal

VTS_01_1 O curta-metragem ESPELHO, dirigido por mim e por Cássia Queiroz, foi convidado a participar da mostra Verão Cinema e Outras Coisas (organizada pela PULGA associação criativa), que ocorrerá na Costa da Caparica, em Portugal. Será apresentado Domingo, dia 30/08, no encerramento. (Veja a programação completa do evento.)

A organização, entre outras coisas, foi bem bacana ao receber a imagem de DVD (arquivo ISO) via internet, sem as mil e uma burocracias exigidas por festivais, mostras e canais de TV brasileiros, que solicitam as mídias gravadas e mil e um papéis de autorização assinados, o que apenas me faz esquecer de enviar o material, infelizmente. Para que gastar com frete material se o "objeto" é digital? Oras…

Fica aí a sugestão: use o Archive.org para salvar e enviar as imagens de DVD (ISO) do seu curta-metragem. Suba o arquivo ISO e ele automaticamente criará arquivos em Mp4 e Gif.

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Do mestre com carinho

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Francis Coppola dispensa palavras. Apocalipse Now é tudo, inclusive uma das grandes referências do Cartas do Kuluene, que estamos montando. Mês passado, durante meu aniversário, no Rio, a Júlia, minha prima, produtora executiva na Mixer, me brindou com uma garrafa do vinho produzido nas vinhas do mestre – seu Pinot Noir, obviamente excelente, e que leva seu nome. O cara não sabe só fazer filmes.

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Feelmes + Sertão = Sertão Feelmes

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Como a maioria de vocês já sabe, a Sertão Filmes e a Feelmes Cultura & Entretenimento, estão se unindo sob um único teto. Com isso, mais que uma produtora audiovisual, a nova empresa, coincidentemente chamada “Sertão Feelmes”, passará a atuar, de forma mais ampla, na produção de cultura e entretenimento. Aguardem para breve novidades.

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De Partida – um curta-metragem da Sertão Filmes

Após iniciar o vídeo, clique na seta (canto inferior direito) e selecione “HQ – assistir em alta qualidade”.

“Um casal não vê outra saída para seu casamento senão a separação.”

Obs.: Este curta-metragem foi gravado sem qualquer lei de incentivo cultural e custou cerca de R$500,00 à Sertão Filmes, graças, é claro, à ajuda de vários amigos que trabalharam sem nada cobrar e/ou emprestaram equipamentos e locações. (Veja os agradecimentos ao final do vídeo.)

Foi SELECIONADO para a 8ª Goiânia Mostra Curtas (2008).

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Direção: Pedro Novaes e Yuri Vieira.
Argumento: Pedro Novaes.
Roteiro: Paulo Paiva, Pedro Novaes e Yuri Vieira.
Fotografia: Emerson Maia, Pedro Augusto Diniz e Pedro Novaes.
Assistente de fotografia: Isaac Orcino e Arturo Lucio.
Som direto: Paulo Paiva.
Edição: Pedro Novaes, Aline Nóbrega.
Trilha sonora: Sandro Soares, Pedra 70, Olavo Telles, Bebel Roriz.
Edição de som e finalização: Arturo Lucio.
Produção: Cássia Queiroz e Paulo Paiva.

Elenco: Cássia Queiroz, Grace Carvalho, Lina Reston e Sandro Torres.

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P.S.: O quadro na cabeceira da cama foi pintado por Yuri Vieira. (Hehehehe.)

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O cravo, a ferradura e a pata do cavalo

O amigo e professor Lisandro Nogueira, convencido pelo Daniel Christino, amigo e colaborador n’O Garganta de Fogo, agora tem um blog voltado à crítica cinematográfica e à discussão de filmes. Vale à pena. Há já uma boa discussão rolando sobre o valor ou não de Forrest Gump e Inteligência Artificial.

Começo em breve um programa de estudo dirigido com o Lisandro. Ando sentindo muita falta de juntar os pedaços da minha experiência empírica e das minhas leituras erráticas, soldando-os num corpo mais sistemático de conhecimento sobre teoria e história do cinema e linguagem. Estou animado.

Finalizada a campanha política, hopefully, semana que vem começo a editar o “Cartas do Kuluene”. Aliás, uploudei uma boa seleção de fotos do filme no Orkut. Acho que monto primeiro um trailer para aquecer.

Chegaram ontem mais duas encomendas técnicas que vão pra Biblioteca do Cineasta Digital: “Real World Video Compression”, de Andy Beach, e “Cinematography”, de Blain Brown. O primeiro porque muitas vezes me irrito profundamente com meu pouco conhecimento e consequentemente a capacidade que sobretudo editores têm de me engambelar nessa seara. Sempre me choca a facilidade com que, por aqui, as pessoas estabelecem de forma natural e tranquila workflows que implicam em misturas de vários codecs e desnecessárias transcodificações em série antes de se chegar ao produto final. Neste sentido, me convenço cada vez mais que tecnologia amigável gera menos trabalho, mas nem sempre resultados melhores.

O segundo faz parte de meu projeto a mais longo prazo de aprender a fotografar bem.

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Turma Boa

Acima, a equipe de set quase completa do “Cartas do Kuluene”. Em pé, da esquerda pra direita: Ricardo, nosso mestre-cuca, Cássia Queiroz, Assistente de Direção, Arturo Lucio, técnico de som, Antonio Zayek, um dos protagonistas, Tiago Benetti, outro dos protagonistas, Letycia Rossi, Diretora de Arte, eu, Edmar, motorista, Marcelo, assistente de maquiagem, e Rogério Neves, fotógrafo de still. Agachados: Dani Azul, assistente de câmera, Emerson Maia, Diretor de Fotografia, Chico Macedo, maquinista, Accioly Neto, maquiador e cabelereiro, Denir Calassara, maquinista, Maurício Cruz, platô e Jânio, motorista. Faltam Maria Eugênia Tovar, Diretora de Produção, Ursula Ramos, produtora de arte e cenógrafa e Paulo Paiva, produtor executivo, além dos atores Felipe Brum e Beatrice Labaig, do preparador de elenco, Sandro di Lima e da editora de imagens, Aline Nóbrega.

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O Vazio depois do Filme

Terminar de rodar um filme é sempre emocionalmente difícil. Por mais duros, adversos ou conflituosos que tenham sido os dias ou semanas, é sempre um processo intenso de trabalho e convivência. Quando ele é suave, divertido e com bom astral então, são necessários alguns dias de “descompressão” para que a gente seja capaz de enfrentar a realidade e para que a vida volte ao normal. Este é o caso do Cartas do Kuluene.

Apesar do pouco dinheiro, tivemos uma equipe de primeira e um processo muito bem organizado e conduzido, encerrado com cinco dias de gravações nas paisagens espetaculares do alto Rio Araguaia e do Rio Encantado, em Goiás.

Os percalços foram pequenos e as ordens do dia todas cumpridas com mínimos ajustes. A equipe trabalhou muito afinada, serviço de gente grande, a despeito dos mosquitos, do frio constante nas noturnas e nas manhãs, do sol forte, dos carrapatos e das poucas horas de sono. O material ficou espetacular. No final das contas, 11 dias de gravações, quase 15 locações, 24 profissionais.

Agora partimos para a seleção da trilha sonora, sob supervisão do Márcio Júnior, numa parceria com a Monstro Discos, para a gravação das narrações e, passada a campanha eleitoral, começo a montar o filme com a Aline Nóbrega, nossa editora de imagens.

Espero nesta segunda já conseguir me relacionar direito com o mundo real.

Abaixo, mais algumas fotos. Na primeira, o maquinista Chico Macedo prepara os 2 mil watts do Molly Richardson na locação na casa que pertenceu a atriz americana Mary Martin. Na segunda, o técnico de som Arturo Lucio no set. Depois, Antonio Zayek passa frio na gélida madrugada enquanto espera a hora de encarnar o anarquista Paul Berthelot. E finalmente os atores Tiago Benetti, Bia Labaig e Felipe Brum já caracterizados como Buell Quain, Nicole e Andrew.

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Sertão começa a rodar longa documental

Tiago e Felipe contracenamBia Labaig encarna Nicole

Iniciamos hoje as gravações do documentário em longa-metragem “Cartas do Kuluene”. Com roteiro e direção meus, o filme é um relato emocional a três vozes sobre a experiência de contato com povos indígenas no Brasil. Na forma de uma impensável troca de cartas entre o próprio diretor e dois personagens históricos, o filme se desenrola misturando cenas dramáticas a serem rodadas com atores e cenas documentais, já gravadas no Parque Indígena do Xingu. O diretor troca impressões sobre as emoções e dificuldades da experiência indígena com Buell Quain, antropólogo americano que se suicidou em 1939 entre os Krahô, no Maranhão, e com Paul Berthelot, militante anarquista francês que se embrenhou pelo vale do Araguaia na década de 1910 para investigar se as sociedades indígenas podiam ser consideradas sociedades anarquistas.

O projeto foi aprovado para patrocínio por meio do mecanismo da Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Goiânia, e conta com investimentos da Leonardo Rizzo Participações Imobiliárias, da Cantagalo Comunicação e do Adress West Side Hotel, além de inúmeros apoios que merecidamente serão listados aqui.

Serão 12 dias de gravações para a conclusão das cenas dramáticas em locações em Goiânia e arredores e depois na Área de Proteção Ambiental do Encantado, no município de Baliza (GO). A equipe é composta por Cássia Queiroz, assistente de direção, Emerson Maia, diretor de fotografia, Paulo Paiva, como produtor executivo, Maria Eugênia Tovar respondendo pela direção de produção e Maurício Cruz na direção de set; Letycia Rossi faz a direção de arte, Arturo Lúcio, a captação de som direto, respondendo também posteriormente pela edição de som e finalização. Daniela Tonaco é nossa assistente de câmera. Ursula Ramos faz cenografia, produção de arte e contra-regragem. A maquiagem e cabelos são responsabilidade de Accioly Neto. A maquinária está sob o comando de Chico Monteiro, auxiliado por Denir Calassara. Rogério Neves faz a fotografia de still. Aline Nóbrega será a editora de imagens e Márcio Júnior assinará a direção musical. A preparação de atores ficou a cargo de Sandro di Lima. Os dois papéis principais ficarão com Antonio Zayek – o anarquista – e Tiago Benetti, o antropólogo. O elenco conta ainda com Felipe Brum e Beatrice Labaig.

Todas as fotos de Rogério Neves.

Accioly Neto prepara Bia LabaigCássia, assistente de direção, e Tiago BenettiO set no Golfe Clube

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