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	<title>Olho de Vidro -- blog sobre cinema e vídeo digital &#187; Produção</title>
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	<description>Blog da Sertão Filmes, contendo discussões técnicas, e nem tão técnicas assim, sobre cinema e vídeo digital, equipamentos, filmes, etc. Afinal, como já dizia o Riobaldo, "filmar é muito perigoso..."</description>
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		<title>&#8220;Fazer cinema no Brasil está me deixando um cara pior&#8221;, diz Ugo Giorgetti</title>
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		<pubDate>Fri, 21 May 2010 23:12:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Fonte: UOL Cinema.) MAURICIO STYCER Crítico do UOL O cineasta Ugo Giorgetti lança nesta sexta (21) o seu projeto mais ousado: “Solo”. Trata-se de um filme protagonizado por um único ator, Antonio Abujamra, que ao longo de 72 minutos recita um monólogo sobre a sua solidão, a saudade dos parentes mortos, as lembranças dos tempos [...]


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<p>(Fonte: <a href="http://cinema.uol.com.br/ultnot/2010/05/20/fazer-cinema-no-brasil-esta-me-deixando-um-cara-pior-diz-ugo-giorgetti.jhtm" target="_blank">UOL Cinema</a>.)<br />
<strong><a href="http://mauriciostycer.blog.uol.com.br/arch2010-05-16_2010-05-22.html#2010_05-20_11_59_49-143380757-0" target="_blank">MAURICIO STYCER</a></strong><br />
Crítico do UOL</p>
<p>O cineasta Ugo Giorgetti lança nesta sexta (21) o seu projeto mais ousado: “Solo”. Trata-se de um filme protagonizado por um único ator, Antonio Abujamra, que ao longo de 72 minutos recita um monólogo sobre a sua solidão, a saudade dos parentes mortos, as lembranças dos tempos em que São Paulo era uma cidade agradável de viver. “Tudo está ficando incompreensível”, diz o velho. “A minha é uma solidão como todas as outras.”</p>
<p>Em entrevista ao UOL Cinema, Giorgetti fala das dificuldades que cineastas com o seu talento e currículo têm enfrentado no esforço de viabilizar as suas produções. Critica o modelo de financiamento adotado pela cidade de Paulínia, diz que a produção contemporânea não deixará nenhum legado para as gerações futuras e lamenta que, para conseguir verba, seja obrigado a se submeter a diferentes constrangimentos. “Fazer cinema no Brasil está me deixando um cara pior do que sou”.</p>
<p>Apesar do texto de alta qualidade de Giorgetti e da atuação impagável de Abujamra, “Solo” será exibido em um único horário, às 18h, no Espaço Unibanco, em São Paulo. O cineasta considerou a medida acertada – ele acalenta a esperança que dessa forma consiga manter o filme em cartaz por mais tempo do que se fizesse um lançamento em muitas salas.</p>
<p>“Solo” foi feito num momento de impasse de Giorgetti, diante da dificuldade de obter recursos para viabilizar um projeto mais ambicioso, intitulado “Corda Bamba”. Filme de época, passado em 1971, este longa-metragem começará a ser rodado agora em junho, depois de três anos de tentativas de viabilizá-lo.</p>
<p>Na entrevista a seguir, o diretor de “Boleiros”, “A Festa” e “Sábado”, entre outros, fala dos novos projetos e do momento vivido pelo cinema brasileiro.</p>
<p><strong>“Solo”</strong><br />
Durante quase 40 anos eu saí de casa de manhã para filmar. Todo dia. Eu tenho que filmar. Então, se não dá para fazer um filme de ficção, faço um documentário. Se der para fazer em 35 mm, eu faço. Se precisar fazer em 16 mm, vamos embora. Se precisar fazer em digital, eu faço também. O “Solo” está capitulado nisso. Eu estava sem nada, esperando para fazer o filme que eu só vou fazer agora. Vou fazer o quê?</p>
<p><strong>Monólogo</strong><br />
Eu tinha esse monólogo, escrito para o Sergio Mamberti, que depois resolveu não fazer. Conversando com o Abujamra, falei do texto e ele se interessou. Mostrei e ele pirou. Peguei o Washington Olivetto, que sempre entrou comigo nos filmes, e fiz. Custou R$ 250 mil. É um cara caminhando para uma treva cada vez mais espessa. Ele não entende mais nada desse mundo. Não é uma reclamação banal. É uma constatação que a coisa acaba mal.</p>
<p><strong>Reação do público</strong><br />
As pessoas têm se surpreendido com o filme. É muito raro um monólogo no cinema. Tem um filme do Altman assim (“Secret Honor”, de 1984). É o Nixon, um gravador e uma garrafa de uísque. Fiquei feliz com a reação, inclusive do Adhemar [Oliveira, proprietário da cadeia de cinemas Espaço Unibanco e Artplex]. Já propus para ele exibir em uma sessão por dia, mas ele gostou tanto que sugeriu fazer um lançamento maior. Eu não quis. Vai ser uma sessão diária. Acho que é o tamanho do filme. Não vamos disfarçar. É um monólogo. Quem quiser, vá&#8230;</p>
<p><strong>Abujamra</strong><br />
A gente tem uma aproximação boa de cabeça. Ele é um grande “diseur”, muito bom em monólogos. Nunca esperei que ele decorasse, mas é um grande leitor de teleprompter – e disfarça muito bem. Ele não ia decorar oito frases. Aliás, é muito perigoso o Abujamra decorar – ele põe “cacos”. Ele até tentou, mas eu cortei. “Ele cortou, e era Paul Valéry. Ele cortou para ficar Ugo Giorgetti” (imitando o jeito de falar do ator). Não sei se era Paul Valéry, ou não, mas foi devidamente extirpado. Foi muito divertido.</p>
<p><strong>“Abaixo a Ditadura”</strong><br />
Eu tinha o roteiro deste novo filme antes mesmo do “Boleiros 2”. Inscrevi na Ancine com outro título, “Abaixo a Ditadura”. Começamos a trabalhar e eu percebi que “Boleiros 2” era mais fácil de viabilizar em termos de dinheiro. Mas eu tinha que cancelar este projeto na Ancine – você não pode ter dois filmes ao mesmo tempo. Aí o burocrata na Ancine falou: “Esse filme é muito mais legal que o ‘Boleiros 2’. Não cancela”.</p>
<p><strong>A história</strong><br />
O filme se passa em 1971, no meio teatral, em São Paulo, no momento em que o Living Theatre (grupo teatral americano fundado por Judith Malina e Julian Beck) estava preso em Ouro Preto. É a tentativa de fazer um painel desta época baseado na ideia que 95% da população não estava nem na repressão nem na luta armada; estava num limbo, no meio daquilo. Em termos culturais, é um período riquíssimo. A agitação era muito grande no meio teatral. É uma ditadura cujos agentes da repressão tinham a cabeça dos anos 40 e 50 e embaixo havia uma turma com costumes de Maio de 68, contracultura, Bob Dylan, tudo aquilo&#8230;</p>
<p><strong>Corda bamba</strong><br />
Uma vez que você deslancha o filme, você tem que terminar. Eu não posso chegar para uma equipe, depois de três semanas de filmagem, e falar: “Acabou”. Não dá. Por outro lado, não posso vender uma propriedade para continuar um filme. Está tudo planejado, mas estamos engolindo em seco para que nada aconteça. A gente não tem seguro do filme, por exemplo. O filme está sem rede. Mas vamos embora</p>
<p><strong>Financiamento</strong><br />
Fiquei três anos tentando viabilizar o filme. Consegui apoio da Secretaria de Cultura de São Paulo (tanta a estadual quanto a municipal) e da CSN. Depois vou ter que captar para finalizar. Estou começando a filmar com o mínimo. Pela primeira vez, me associei a uma produtora de publicidade. O orçamento era de R$ 4 milhões, o que já é modesto para um filme de época. Mas vou botar na lata com menos de R$ 2 milhões. Vou fazer em 16 mm pela primeira vez. Mas não é uma concessão. Foi uma coisa pensada com o fotógrafo.</p>
<p><strong>Salários</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;"> O que está acontecendo no cinema brasileiro é um escândalo. É um negócio totalmente esquizofrênico. A gente produz com os preços da França e ninguém vai ver os filmes</span>. A entrada da publicidade no negócio explica isso, em parte. E também <span style="text-decoration: underline;">o fato de que não é o seu roteiro, a sua ideia ou o seu valor pessoal que transforma você num candidato forte a fazer um filme, mas os seus contatos sociais. Formou-se uma cadeia que não tem nada a ver com o cinema</span>.</p>
<p><strong>Exemplo</strong><br />
Quando você lê no jornal que “Heleno” será feito com R$ 8 milhões, por que o técnico vai cobrar a tabela do sindicato? Não. Ele tem toda a razão em cobrar. Mas eu tento convencer <span style="text-decoration: underline;">alguns técnicos</span> que eu não tenho esse dinheiro. E, no fim eu consigo. Mas está se tornando inviável. <span style="text-decoration: underline;">Eles estão cobrando preços inviáveis para os cineastas independentes</span>.</p>
<p><strong>Paulínia</strong><br />
Fui no “pitching” (uma audição para seleção de projetos) <span style="text-decoration: underline;">em Paulínia. O cara que ia julgar os projetos logo falou: “Eu queria dizer que nós não entramos no mérito dos roteiros”</span>. Eu falei: “Desculpe te interromper, mas você não entra no mérito dos roteiros?” Ele: “Não. O nosso critério é o quanto o filme vai ser rodado em Paulínia, quanto dinheiro vai ficar aqui, quantos empregos ele vai gerar”. Eu falei: “Perfeitamente. Mas quando tudo isso tiver passado, alguém vai ver os filmes de Paulínia e, então, o roteiro vai ser levado em consideração. Todos esses caras para quem você está dando emprego estarão mortos, e também não são muitos, e você fez uma bosta. Para o patrimônio cultural de Paulínia não vai sobrar nada”. E ficou por isso mesmo.</p>
<p><strong>Estado de ânimo</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;"> Estou muito desmotivado&#8230;</span> Vou até dirigir uma ópera, “Norma”. É uma possibilidade de dirigir outras coisas. Estou desmotivado pelo que virou o cinema, a política do cinema. O lado amador está sendo abandonado – e você tem que ter um lado amador em qualquer profissão. Falo do amor ao cinema, de fazer algo que não seja uma perseguição tão evidente por Oscar, Cannes, pelo público. Até porque não tem nem Oscar, nem Cannes, nem público. A única chance é fazer uma coisa que perdure um pouco mais, como fizeram os caras do Cinema Novo. Mal ou bem, os filmes estão aí, de tempos em tempos reaparecem. Dos filmes de hoje, quais vão reaparecer? Só podem reaparecer como retrato de um fenômeno: o momento muito ruim. Tenha santa paciência!</p>
<p><strong>Saída?</strong><br />
Eu não sei como sair disso. Hoje tem a Globo, tem as “majors”, grandes empresas de publicidade&#8230; Estão todas ganhando muito dinheiro. Como faz? <span style="text-decoration: underline;">Temos 12 anos de Lei do Audiovisual. Foi feita para alavancar a indústria. A ideia era que, com o subsídio, essas empresas iam se capitalizar e passar a trabalhar com as próprias pernas. Doze anos depois, me aponte uma empresa que não recorre a lei de incentivo. Alguma coisa está muito errada</span>.</p>
<p><strong>Legado</strong><br />
A Vera Cruz trouxe um avanço técnico muito grande. O cinema paulista é o que é por causa da Vera Cruz. O Cinema Novo deixou um legado muito forte de ideias; o Brasil se pensou pela primeira vez. Nós vamos deixar o quê? Inovações técnicas? Não. A gente se aproveita da propaganda. <span style="text-decoration: underline;">Ideias? Você está vendo&#8230; Fico um pouco triste com o jeito de ser profissional dos jovens cineastas. Eles confundem profissionalismo com talento</span>.</p>
<p><strong>Olhando no espelho</strong><br />
<span style="text-decoration: underline;"> O cinema está me tornando um cara pior do que eu sou. Mesmos nos meus anos de publicidade, eu não era tão subserviente. Fazia o comercial e recebia o meu dinheiro. Não precisava ir na casa do sujeito que me contratou, nem ele na minha. Não tinha que ficar fazendo rapapés para político nenhum, apertando mão de empresário. Nunca almocei com cliente em 30 anos de publicidade</span>. A parte social te torna pior. Se Paulínia me desse o dinheiro, talvez eu não falasse para você que aquilo é uma puta palhaçada. Eu diria: “Veja bem, Mauricio, tem um lado positivo&#8230;” Que é o meu (risos). Enfim, eu sei que estou pior do que era. Mas a culpa é minha.</p>
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		<title>Making of — Curta Carajás</title>
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		<pubDate>Sat, 08 May 2010 21:14:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri Vieira</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Making of do Curta Carajás — Primeiro Festival de Cinema de Parauapebas, no qual dei uma oficina de roteiro e direção de curta-metragem e o Pedro, de Produção. Além disso, fomos ambos jurados do Festival. (Conheça os demais professores.) Making Of &#8211; CurtaCarajás from Ivan Oliveira on Vimeo. CurtaCarajás &#8211; Festival de Cinema de Parauapebas [...]


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<p>Making of do <a href="http://www.curtacarajas.com/" target="_blank">Curta Carajás — Primeiro Festival de Cinema de Parauapebas</a>, no qual dei uma oficina de roteiro e direção de curta-metragem e o Pedro, de Produção. Além disso, fomos ambos jurados do Festival. (Conheça <a href="http://www.curtacarajas.com/index.php?option=com_content&#038;view=article&#038;id=71&#038;Itemid=184" target="_blank">os demais professores</a>.)</p>
<p><object width="480" height="320"><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="allowscriptaccess" value="always" /><param name="movie" value="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10832080&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" /><embed src="http://vimeo.com/moogaloop.swf?clip_id=10832080&amp;server=vimeo.com&amp;show_title=1&amp;show_byline=1&amp;show_portrait=0&amp;color=ff9933&amp;fullscreen=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowscriptaccess="always" width="480" height="320"></embed></object>
<p><a href="http://vimeo.com/10832080">Making Of &#8211; CurtaCarajás</a> from <a href="http://vimeo.com/ivanoliveira">Ivan Oliveira</a> on <a href="http://vimeo.com">Vimeo</a>.</p>
<p>CurtaCarajás &#8211; Festival de Cinema de Parauapebas -PA<br />
Making Of &#8211; Novembro de 2009<br />
Realização: Secult &#8211; Parauapebas<br />
Produzido por: HD Produções<br />
Roteiro: Ivan Oliveira<br />
Direção e Montagem: Edinan Costa<br />
Imagens: Gilson Mesquita</p>
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		<title>Produtores brasileiros</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Feb 2010 04:31:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri Vieira</dc:creator>
				<category><![CDATA[Política Cultural]]></category>
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<p>Trecho do artigo <a href="https://www.midiaamais.com.br/cultura/2394-barreto-o-falso-al-capone-" target="_blank">Barreto, o falso Al Capone</a>, de Ipojuca Pontes:</p>
<blockquote><p>&quot;Fica a pergunta: por que nos dias atuais a mídia cabocla passa por cima da realidade e corrompe os fatos de forma vil? Por que, por exemplo, um “homem de rua” como Luiz Carlos Barreto é considerado “o grande produtor do cinema nacional”, em detrimento de um Oswaldo Massaíni, Ademar Gonzaga ou Herbert Richers, que nos deram a Palma de Ouro, estúdios bem equipados e mais de uma centena de filmes sem um centavo do governo, entre eles, obras festejadas como “Vidas Secas” e “Assalto ao Trem Pagador”?</p>
</blockquote>
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<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O comercial da Brasil Telecom</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 22:14:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Yuri Vieira</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Publicidade]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>

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Não há posts relacionados.]]></description>
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<p>Eis o comercial da Brasil Telecom, gravado em Anápolis, no qual a Sertão teve participação. A criação é da agência Leo Burnett, a produção é da TV Zero, do Rio de Janeiro, com direção do André Horta, aliás, diretor de fotografia do longa <em>Dois filhos de Francisco</em>. (Eita, equipe bacana! O André é um figuraça, assim como todos os demais.) O chato foi eu ficar vestido com um macacão de Top Gun, me achando um gostosão, fazer mil e uma poses &#8212; eu fui figurante &#8212; e não ver sequer a sombra do meu nariz nessa montagem aí, hehehe. Pelo menos havia uma figurante linda-divertida-interessantíssima para me fazer companhia&#8230; Né, Silvia?</p>
<p>(Bem, não tenho certeza, mas acho que o cara de camiseta rosada empurrando o avião é o Pedro.)</p>
<p><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/IOVeqzBtjYw&#038;hl=en&#038;fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/IOVeqzBtjYw&#038;hl=en&#038;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object></p>
<p>O instrutor de paraquedismo é o Hélio Rubens, sócio-proprietário da <a href="http://www.mergulhonoceu.com.br/" target="_blank">Mergulho no Céu</a>. Estavam presentes outros caras muito bacanas da Mergulho, tais como o Leandro e o Beto. Eles fazem salto-duplo &#8212; o Leandro salta junto e grava tudo &#8212; e qualquer um pode ir até lá e, por exemplo, presentear o namorado ou a namorada com um salto. E ainda leva o DVD pra casa&#8230;</p>
<p><strong>Ficha técnica do comercial</strong><br />
Anunciante: Brasil Telecom<br />
Agência: Leo Burnett Brasil<br />
Produto: Telefonia Móvel<br />
Títulos: Flexibilidade e Ilimitado<br />
Redação: Christian Fontana  e Carla Cancellara<br />
Direção de arte: Renato Butori<br />
Direção de criação: Ruy Lindenberg<br />
Planejamento: Ana Paula Cortat, Ira Finkelstein e Tiago Lara<br />
Atendimento: Pedro Arlant, Juliana Seabra, Gustavo Burnett<br />
RTVC: Iracema Nogueira e Fernanda Moura<br />
Som: Estúdio Hitz<br />
Aprovação: Rodrigo Cicutti, Ane Lopes e Luciana Mangoni<br />
Produtora de filme: TV Zero<br />
Direção do filme: André Horta</p>
<p>E os figurantes? Eu, o Pedro Novaes, a Silvia Prado e a Bruna Medeiros, a única que realmente aparece nas cenas&#8230;</p>
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<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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