Sertão Filmes

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Aprender a dirigir filmes?

orson-welles

“Não se pode aprender a dirigir filmes. Vários trabalhos técnicos podem ser ensinados, da mesma forma que se pode ensinar os rudimentos da gramática e da retórica. Mas não se pode ensinar a escrever. Dirigir um filme é muito parecido com escrever, exceto o fato de envolver trezentas pessoas e muitas outras atividades. O diretor é obrigado a agir como um comandante no campo de batalha, no momento da ação contínua. Necessita-se da mesma capacidade de inspirar, apavorar, encorajar, reforçar e, de modo geral, dominar. Assim, trata-se parcialmente de uma questão de personalidade, que não se pode adquirir tão facilmente como quem aprende um ofício qualquer.”

Orson Welles

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Mitos de Hollywood, por Luis Carlos Maciel

Como a teoria do inconsciente coletivo de C. G. Jung aprimorou a psicologia hollywoodiana.

Por Luis Carlos Maciel (autor de “O Poder do Clímax”)

Revista Bravo!

Dezembro/2001

O crítico de cinema da The New Yorker, Anthony Lane, cita coincidências impressionantes entre o filme Nova York Sitiada, dirigido por Edward Zwick, em 1998, com Bruce Willis e Denzel Washington, e a tragédia de 11 de setembro passado, em Nova York. Semelhanças foram notadas também entre o atentado e outras desconcertantes antecipações cinematográficas. Parece que Hollywood estava adivinhando o que ia acontecer, trazendo à tona premonições secretas do inconsciente coletivo.

Quando, nos primeiros anos 30, Carl Gustav Jung apresentou ao mundo a sua idéia de um inconsciente coletivo, era improvável que alguém pudesse ter percebido a sua utilidade para o já florescente cinema de Hollywood. Mas o desenrolar dos acontecimentos, a chamada história, haveria de torná-la evidente. Era inevitável. O inconsciente de Jung, como diz o nome, é coletivo, ou seja, está naturalmente presente nas platéias de todo o mundo. Inclui absolutamente todos os espectadores que passam pelas bilheterias. Contemos a história do começo. Jung sustenta que, por baixo do inconsciente pessoal, descoberto por Freud em cada indivíduo, há uma parte mais fundamental da psique humana que é comum a todos os homens, em todos os tempos e lugares, uma espécie de herança psicológica comum a toda humanidade. Em 1934, ele escreve que "o inconsciente contém não apenas componentes pessoais mas também impessoais, em forma de categorias, ou arquétipos". Esses arquétipos se expressam por meio de símbolos que se manifestam nos sonhos de todos nós e nos mitos de todas as tradições culturais. Esses mitos, explica Jung, revelam a própria natureza da alma, são metáforas de nossa realidade interna mais profunda e essencial. De todos eles, o mais comum, o mais conhecido, é o mito do herói. Ele surge nas mais distantes e diferentes culturas – e todas as suas versões, embora sejam diferentes nos detalhes, são estruturalmente muito semelhantes. Obedecem a uma forma, um padrão, universais. Na Grécia clássica, em tribos africanas ou de peles-vermelhas americanos, nos países nórdicos da Europa ou no Peru dos incas, os heróis míticos percorrem uma trajetória parecida.

Essa descoberta impressionou o norte-americano Joseph Campbell e, por intermédio dele, Jung chegaria mais perto de Hollywood. Ainda muito jovem, em fins dos anos 20, Campbell havia entrado em contato com a obra de Jung e passou a acompanhar sua trajetória intelectual. Ele haveria de se tornar célebre por ter dedicado toda a sua vida ao estudo das mitologias. Jung certamente o inspirou a assumir uma postura oposta à do estudo acadêmico convencional. A visão acadêmica se detém nas diferenças entre as mitologias e estuda os mitos em função dessas diferenças; Campbell, ao contrário, escolheu evidenciar as semelhanças, os denominadores comuns, que revelam uma espantosa unidade entre todos eles. Em 1949, ele publicou um livro intitulado O Herói de Mil Faces, cujas conseqüências foram consideráveis.

Nele, mostra que cada herói adquire a face de sua cultura específica, mas sua jornada é sempre a mesma. É o mesmo herói que, segundo Campbell, vive, não muitos, mas sempre o mesmo mito, um "monomito" – termo que ele declara ter tirado do Finnegans Wake, de James Joyce, sobre o qual publicara seu primeiro livro, A Skeleton Key to Finnegans Wake. Evidentemente, embora inspirada em Joyce, a idéia fundamental de O Herói de Mil Faces, o monomito, tem tudo a ver com o inconsciente coletivo de Jung. Em 1983, Campbell é convidado para assistir à estréia de Star Wars, de George Lucas. O roteiro do primeiro filme da saga – como de resto de todos os outros três já produzidos e, por certo, também dos que vierem ainda a ser feitos – é inteiramente construído segundo o monomito de Campbell. Lucas lera O Herói de Mil Faces e se tornara seu fã incondicional. As diferentes etapas da jornada do herói, segundo o livro, são fielmente obedecidas nesse e em todos os filmes da saga. Milhões de pessoas, em todo o mundo, a acompanharam com devoção; as bilheterias foram algumas das maiores da história do cinema. A grande revelação do primeiro Star Wars foi de que o monomito funciona. O inconsciente coletivo é, em suma, bom para os negócios.

A revelação teve muitas conseqüências. Outros cineastas como John Boorman, Steven Spielberg, George Miller e Francis Coppola também começaram a ser influenciados por Campbell. Na verdade, Jung e Campbell chegaram a Hollywood em boa companhia.

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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Nosso curta-metragem em Portugal

VTS_01_1 O curta-metragem ESPELHO, dirigido por mim e por Cássia Queiroz, foi convidado a participar da mostra Verão Cinema e Outras Coisas (organizada pela PULGA associação criativa), que ocorrerá na Costa da Caparica, em Portugal. Será apresentado Domingo, dia 30/08, no encerramento. (Veja a programação completa do evento.)

A organização, entre outras coisas, foi bem bacana ao receber a imagem de DVD (arquivo ISO) via internet, sem as mil e uma burocracias exigidas por festivais, mostras e canais de TV brasileiros, que solicitam as mídias gravadas e mil e um papéis de autorização assinados, o que apenas me faz esquecer de enviar o material, infelizmente. Para que gastar com frete material se o "objeto" é digital? Oras…

Fica aí a sugestão: use o Archive.org para salvar e enviar as imagens de DVD (ISO) do seu curta-metragem. Suba o arquivo ISO e ele automaticamente criará arquivos em Mp4 e Gif.

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domingo, 2 de agosto de 2009

Cartas do Kuluene – Primeiro Teste

O antropólogo americano Buell Quain se suicidou em 1939, entre os índios Krahô.

Fizemos ontem uma primeira sessão-teste do primeiro corte do Cartas do Kuluene para alguns amigos próximos, quase todos profissionais do audiovisual, mas nem todos. Estavam também o Tiago Benetti e o Antonio Zayek, dois dos atores que trabalharam no filme.

O primeiro corte ficou com duas horas e cinco minutos. Ainda há muito trabalho pela frente, mas o filme já tem o seu “jeitão”, que era o principal a ser avaliado e discutido, vendo o que funciona ou não, se está cansativo, se prende a atenção, emociona, estimula.

O Cartas é um longa documental que fala da experiência de encontrar índios no Brasil, tentando retratar de forma mais complexa, pelo olhar de três brancos, estas culturas radicalmente diferentes da nossa. Numa troca de cartas imaginária, eu, Buell Quain – antropólogo americano que se suicidou entre os krahô em 1939 – e Paul Berthelot – anarquista francês que se enfiou no meio dos índios do Araguaia na década de 1900 – contamos nossas experiências com os índios e nos angustiamos com a frustração de nossas expectativas e a suspensão da verdade, como a entendemos, entre eles.

O mais positivo desta primeira avaliação e discussão, penso, é que, depois de algum tempo de críticas aos problemas na estrutura narrativa e a elementos específicos seus, as pessoas começaram a debater o conteúdo do filme, o que ele queria dizer e como encaravam isso. Acho que é a principal evidência de que o “jeitão” do filme está no caminho certo, estimulando a imaginação e fazendo as pessoas pensarem.

No lado dos problemas, as pessoas unanimemente acharam o filme muito longo e um pouco cansativo.

A trilha sonora aparece como item número um a necessitar muito trabalho. Ainda que a opção pelo rock pareça sólida, a escolha inicial de trabalhar apenas com músicas já existentes torna o resultado heterogêneo demais. E há uma certa sensação de que há muita música e de que ela está se sobressaindo demais, quando não deveria ser ouvida conscientemente – o que me parece correto, visto que, a despeito de uma estrutura narrativa pouco convencional e dos jogos de significados na representação, o filme não se pretende experimental ou inovador no uso da trilha. Está claro que ela deve ser um dos veículos da estrutura narrativa em moldes convencionais. Nossas experimentações estão em outros campos.

Já tínhamos, na verdade, nos dado conta dos problemas musicais, motivo pelo qual o Margô e o Raphael, músicos experientes e amigos que já fizeram trilhas para dois curtas, estão trabalhando em uma trilha original para o Cartas. Breve, devem apresentar os primeiros esboços.

Há dois problemas importantes apontados em relação à locução, um mais fácil de trabalhar, outro bastante complicado. O primeiro é o de que há locuções que são redundantes em relação a certas imagens, sobretudo nas cartas do Berthelot, que contam uma narrativa mais linear, a trajetória de sua aventura. São, portanto, desnecessárias e serão eliminadas. Isso é fácil e já comecei a extirpar estas partes nos textos. O segundo, mais delicado, é o problema de que o excesso de locuções muitas vezes dificulta ao espectador desfrutar das imagens, sobretudo quando casamos imagens documentais de povos indígenas com locuções reflexivas ou narrativas. As pessoas se sentem atraídas por certas imagens de alto impacto visual ou estético, mas a necessidade de acompanhar as locuções, sobretudo as legendadas (as locuções de Berthelot são em francês, as de Quain, em inglês), oblitera essa possibilidade. Em relação a isso, me pergunto se não seria melhor abandonar essas locuções em línguas estrangeiras. A idéia delas é reforçar um certo clima de babel num filme que fala sobre encontro entre culturas. Dá um charme ao filme, mas traz esses problemas.

Por último, Juliana, minha mulher, apontou algo que me incomoda e a que quero dedicar reflexão e esforço: não conseguimos fazer o espectador sentir – pela via emocional e não somente pela reflexão -, de alguma forma, os mesmos incômodos nesta interação com os índios de que os três narradores falam: tédio, lentidão do tempo e desconforto físico, de um lado, e, de outro, a angústia diante da suspensão da verdade. Acho que a edição de som, ainda por ser feita, terá um papel fundamental nisso, mas precisamos retrabalhar as imagens para tentar produzir este tipo de efeito.

Estou realmente desfrutando da experiência de trabalhar num filme grande e, em alguma medida, ambicioso como esse. O tempo de contato com o material te permite refletir muito, mudar suas impressões e opiniões, ter um monte de insights, estudar e trocar idéias com os colegas de trabalho e amigos. Isso é muito legal. Não estou nem um pouco enjoado ou de saco cheio, apesar de trabalhar vendo essas imagens documentais há três anos e, no Cartas especificamente, há cerca de dois. Passo por fases e fases, detestando e adorando o resultado. Gosto agora de coisas que ontem achava péssimas, desgosto de outras que pareciam boas. Me apego a coisas que antes não me chamavam a atenção, suprimo partes que considerava essenciais.

Aliás, a questão do apego ao material é um tema sempre recorrente nas reflexões sobre edição de filmes e representa, de fato, um grande problema. O tempo, trabalho e carinho dedicado à filmagem e/ou montagem de certas sequências dificultam depois um juízo adequado de sua relevância no filme montado. É difícil “matar nossos bebês”, como diz o Stu Maschwitz, diretor americano, porém essencial. Esse é um dos principais desafios para diminuir um primeiro corte de duas horas e pouco para uma e vinte, que é nossa meta. Não há dúvida, entretanto, de que isso é fundamental.

Vamos em frente. A idéia é, durante essa semana, mostrar o filme a mais algumas pessoas.

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

Alice de Tim Burton

Para quem ainda não viu, tá aí o trailer oficial de Alice no País das Maravilhas, com direção de Tim Burton, e Johnny Depp e Anne Hathaway no elenco.

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Sobre Corumbiara

Acabo de assistir a Corumbiara, o documentário de Vincent Carelli que tem como fio condutor a investigação do massacre de um grupo indígena por fazendeiros em Rondônia na década de 1980. Deu uma certa angústia, vontade de enfiar o rabo entre as pernas e sair correndo e ganindo – caim, caim, caim – com meu filmezinho pretensioso sobre índios. Corumbiara é um monolito, uma obra-prima. Corumbiara e Serras da Desordem são os dois maiores documentários sobre índios já feitos no Brasil e dois dos melhores documentários brasileiros de todos os tempos.

Corumbiara é uma experiência audiovisual de alto impacto. Ecos de cinema direto. Premiado com uma menção honrosa no É Tudo Verdade deste ano, com o grande prêmio do 11o Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, e agora incluído na seleção oficial de Gramado, o filme de Carelli não tem frescura nenhuma. É documentário no sentido mais nobre e violento que a palavra pode ter. São duas horas de imagens poderosíssimas pontuadas, aqui e ali, pelas locuções econômicas, diretas e sem rodeios do diretor, alguns depoimentos e nenhuma trilha sonora.

A força do filme deriva, a meu ver, em primeiro lugar, do mérito de Carelli em reconhecer que tinha um material poderosíssimo nas mãos e então conseguir não se colocar diante dele, mas simplesmente pavimentar o caminho para que ele pudesse se exibir em toda a sua força. Nem sempre é fácil reconhecer isso. É muito grande a tentação do diretor querer se colocar, e aí fazê-lo da maneira errada, imprimindo uma marca pessoal por meio de firulas, frescuras e truques que acabam dissipando o poder explosivo do que se tem. É fácil pensar também que não se “colocar” seria um demérito, que, como diretor, tenho que fazer algo mais que simplesmente não me interpôr, não atrapalhar. Neste caso, mais que desnecessário, seria um equívoco. E não que o filme não tenha a marca de Vincent. Ele é o cara, a história de vida dele. O documentário restou inconcluso por mais de 20 anos e finalmente agora se fechou. Então, primeiro mérito, fazer um filme sem frescuras que é uma pancada na cabeça.

Em segundo lugar, a força de Corumbiara vem daquilo que ele não mostra, mas que, não exibido, paira sobre o filme e a cabeça do espectador como uma opressiva nuvem: o fato de que este país à nossa volta foi construído à custa de milhares de corumbiaras. Passemos então a uma sinopse e explicação: Corumbiara é o nome de uma gleba de terras em Rondônia, demarcada e vendida pelo Governo Federal, ainda durante a Ditadura, cujos donos ordenaram o massacre de um grupo indígena que ali vivia. À época, Vincent e Marcelo dos Santos, indigenista da FUNAI, investigaram os vestígios do massacre, mas não lograram convencer as autoridades e o país da brutal realidade do que ali ocorrera – isso não interessava a ninguém. Marcelo acabou desacreditado e foi proibido de permanecer na região. Anos depois, em sucessivas viagens, os dois retornam à região para retomar a investigação e seguir o rastro de índios que, acreditavam, poderiam ser sobreviventes do massacre. O documentário segue inconcluso até que, em 2006, Carelli retorna mais uma vez à região.

Desta maneira, quem assiste fica, todo o tempo, espremido entre essa sombra – de todas as corumbiaras não mostradas -, o impressionante universo daquilo que são as consequências diretas e indiretas do massacre investigado e a grandiosidade do universo indígena retratado, vivo e intensíssimo, apesar de todas as corumbiaras. A cena do cerco ao “índio do buraco” solitário e arredio, expulso a bala de outra gleba na região, é das coisas mais impressionantes que já vi. Durante seis horas, Marcelo e sua equipe tentam acalmá-lo para um diálogo. Ele aponta sua flecha, através das palhas da cabana, para a câmera de Vincent o tempo todo. Por ironia, o objeto que mais o ameaçava era o que registraria as imagens que garantiram a interdição definitiva da área para sua proteção.

Imperdível.

UPDATE: desculpas ao Marcelo pelo erro em seu nome, conforme comentário abaixo, já corrigido acima.

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quarta-feira, 22 de julho de 2009

Besouro – O Filme

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A surpresa da boa bilheteria dos filmes nacionais em ano de crise, encabeçada pelas comédias Divã e Mulher Invisível, promete não se esvair no segundo semestre, nem tampouco, quem sabe, seguir como responsabilidade única e exclusiva das comédias. Além de Os Normais 2, dirigido pelo mesmo José Alvarenga JR. de Divã e de Os Normais – o Filme, a grande promessa da safra próxima de estréias é o filme Besouro, dirigido por João Daniel Tikhomiroff.

O filme, embasado em história da tradição oral baiana, conta a história de um super-capoeirista que luta contra a opressão e o preconceito na Bahia do começo do século XX. Nas palavras do diretor, “queremos que ele seja, para a capoeira, o que filmes chineses contemporâneos como ‘Herói’ e ‘O Tigre e o Dragão’ são para as artes marciais orientais: um espetáculo de aventura, onde a paixão, o misticismo e a emoção têm papel central.”

Besouro é uma produção da Mixer, com coprodução da Globofilmes, e junta um time de primeira. Patrícia Andrade (Dois Filhos de Francisco, Era Uma Vez) e Bráulio Tavares (O Homem que Desafiou o Diabo e A Pedra do Reino) assinam o roteiro junto com o diretor. Fátima Toledo (Cidade de Deus, Tropa de Elite) comandou a preparação de elenco, Enrique Chediak (do promissor Repossesion Mambo e do mal afamado Turistas, entre outros filmes) é o diretor de fotografia. A música tema é de Gilberto Gil acompanhado pelo Nação Zumbi.

Confira o trailer abaixo.

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terça-feira, 7 de julho de 2009

A arte de montar trailers

Já que acabamos de soltar o trailer do Cartas do Kuluene, não custa lembrar que a roteirização e montagem de trailers é uma arte por si só, uma função que, em Hollywood, é executada por profissionais e empresas especializados. Os trailers de grandes filmes com frequência incluem cenas feitas especificamente para eles e podem ter trilha sonora própria. Ora, o Independent Film Channel criou sua lista dos 50 melhores trailers de todos os tempos. No topo da lista, figura o trailer de Alien – O Oitavo Passageiro, que você confere acima.

[Via Brainstorm]

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domingo, 5 de julho de 2009

O Montador

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Eu e João Paulo Carvalho, outro mestre, montador de Dom, Benjamin, O Paí Ó e da nossa série Xingu. Ele generosamente topou nossa insana proposta de nos ajudar a finalizar o Cartas do Kuluene. Daqui a uns dois meses, devemos tê-lo aqui em Goiânia.

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Do mestre com carinho

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Francis Coppola dispensa palavras. Apocalipse Now é tudo, inclusive uma das grandes referências do Cartas do Kuluene, que estamos montando. Mês passado, durante meu aniversário, no Rio, a Júlia, minha prima, produtora executiva na Mixer, me brindou com uma garrafa do vinho produzido nas vinhas do mestre – seu Pinot Noir, obviamente excelente, e que leva seu nome. O cara não sabe só fazer filmes.

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